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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Ano do Facebook!

Sem dúvida, 2010 foi o ano da rede social Facebook e de seu criador, o jovem Mark Zuckerberg. Para coroar a importância do site de relacionamentos, uma pesquisa feita pelo site Glassdoor, em que empregados avaliam seus empregadores, apontou a companhia como a melhor empresa para se trabalhar nos Estados Unidos.

Empresas conceituadas no país, como a Southwest Airlines e a consultoria Bain & Company, perderam seu lugar de destaque no ranking que examina o grau de satisfação dos funcionários. “Todos parecem menos felizes quando há uma comunicação ruim na empresa. Já companhias mais bem avaliadas têm uma cultura corporativa muito sólida e distinta”, afirmou Robert Bohman, presidente-executivo da Glassdoor. O site solicitou aos usuários que avaliassem seus locais de trabalho em quesitos como pagamento e competência da chefia.

Personalidade do ano – Na última quarta-feira, a revista norte-americana Time elegeu Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, a personalidade do ano em 2010. De acordo com a publicação, o título foi conquistado pela capacidade de conectar mais de meio milhão de pessoas em todo mundo e criar uma ferramenta capaz de mapear todos os seus relacionamentos, mudando a vida de quem frequenta a internet. O texto destaca o modelo de empresa, que não emprega o uso de salas ou “cubículos” para seus desenvolvedores, favorecendo um ambiente aberto e criativo.

Segundo o Glassdoor, a pesquisa ouviu cerca de 150.000 pessoas ao longo deste ano em empresas com mais de 500 funcionários.

Da Veja: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/facebook-a-melhor-empresa-para-se-trabalhar-nos-eua

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Apple perde direito da marca iPhone na Suíça


O Tribunal Federal Administrativo da Suíça rejeitou o registro da marca “iPhone” no país por considerá-la como um termo não distintivo. A empresa enviou o pedido pela primeira vez ao Escritório de Marcas da Suíça em setembro de 2006, e que foi recusado pelo Instituto em setembro do ano passado.

O escritório alega que a letra “i” antes da palavra “Phone” será entendida pelos consumidores como a palavra Internet, e que o nome poderia ser usado para qualquer outro telefone com recursos de Internet.

A Apple então recorreu para o Tribunal Federal Administrativo da Suíça, citando marcas anteriores que foram aprovadas com o prefixo “i” para tentar a aprovação do “iPhone”. O Tribunal negou a ação da empresa alegando que a palavra “phone” é muito genérica e a adição da vogal “i” não seria suficiente para distingui-la e ser registrada.

A esperança ainda não está perdida. A fabricante do iPhone, dessa vez, recorreu para o Supremo Tribunal Federal suíço para tentar vencer a causa. A decisão da Suprema Corte daquele país será definitiva.