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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Limpador de piscina é movido a energia solar

Que tal deixar o limpador de piscina fazendo o serviço pesado enquanto você se diverte na água? A fabricante Solar-Breeze acaba de lançar um robô totalmente movido a energia solar capaz de remover folhas, poeira e alguns tipos de óleo na superfície da piscina com precisão de até 95%.

Embora o equipamento tenha o preço salgado, cerca de R$ 860, a fabricante defende que ele pode ser uma medida bem econômica, visto que ao manter a água limpa por mais tempo, os limpadores de fundo e filtração, que consomem mais energia, serão utilizados com menos frequência.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Sistema consegue traduzir sinais do cérebro em palavras

A conversão de sinais neurais em palavras pode parecer coisa de ficção científica, mas está mais próximo da realidade do que muitos imaginam. Cientistas da universadade de Utah, nos EUA, conseguiram, pela primeira vez, "ler" as palavras ditas apenas pelo cérebro.

Utilizando duas grades com 16 microeletrodos inseridos diretamente nos centros de fala do cérebro de um paciente, os pesquisadores pediram para que ele, ainda acordado, repetisse cada uma das 10 palavras consideradas úteis para uma pessoa com paralisia total, como sim, não, quente, frio, fome, sede, olá, adeus, mais e menos. Durante a comparação dos dois sinais do cérebro (gerados por palavras como "sim" e "não") o sistema foi capaz de distinguir as falas do cérebro com 76% a 90% de precisão.

De acordo com os pesquisadores, o sistema poderá beneficiar os portadores de paralisia por acidente vascular cerebral, traumas e doença de Lou Gehrig, caracterizada por afetar as células neurais motores, células nervosas e medula espinhal.

A próxima etapa será fazer testes com um número maior de eletrodos a fim de aumentar a precisão dos sinais captados. Ao invés de 16, os pesquisadores já trabalham com uma grade de 121 eletrodos, dispostos com um espaçamento maior entre eles.

sábado, 18 de setembro de 2010

Consumidores pagam mais por itens que podem tocar

Uma nova pesquisa dos EUA promete mudar a ideia de que o crescimento do e-commerce significa o fim do pequeno comércio real, mostrando que as pessoas estão dispostas a pagar até 50% mais por itens que estejam “à mão” do que por aqueles apresentados apenas por textos ou fotos.

O estudo, realizado por pesquisadores do California Institute of Technology, avaliou como as pessoas agregam valores a certos bens de consumo, e como estes variam de acordo com a apresentação dos bens. Ele foi publicado na edição de setembro da revista American Economic Review.

A questão a ser descoberta envolvia princípios de Economia e Marketing: a forma como um item é apresentado aos consumidores afeta o quanto eles estariam dispostos a pagar para obtê-lo?

O professor de Neurociência e Economia do Instituto, Antonio Rangel, propôe uma explicação que simplifica a pesquisa, resumindo-a na seguinte questão: em um restaurante, qual a diferença de simplesmente escrever o nome da sobremesa, apresentar sua foto ou trazer as opções à mesa para que o comensal as prove?

Para resolvê-la, inicialmente foram apresentados alimentos para indivíduos com fome, em três formas diferentes: apenas texto, em uma foto em alta resolução e presencialmente, em uma bandeja colocada na frente da pessoa. Em seguida, mediu-se o quanto cada um estava disposto a pagar por tal comida.

A experiência mostrou não haver diferença entre os valores determinados para alimentos apresentados na forma de texto e na forma de imagem. Mas isso muda quando a comida real é colocada na frente dos indivíduos, com os valores aumentando em cerca de 50%.

A maioria das teorias comportamentais assume que a forma da apresentação de um item não deve influenciar, comenta um aluno do Instituto, Benjamin Bushong, admitindo ser uma surpresa saber que texto e imagem resultaram em apostas semelhantes. Isso mostra porque existem poucos menus com fotos nos restaurantes – simplesmente não valeria a pena o custo.

Uma segunda pesquisa foi feita, utilizando, em lugar dos alimentos, uma porção de bugigangas da livraria do Caltech, e medindo novamente o efeito da apresentação no possível valor do objeto. Os resultados foram os mesmos dos experimentos anteriores: os indivíduos se dispunham a pagar, em média, até 50% mais por itens ao alcance das mãos do que por aqueles apresentados por fotos ou textos.

O pensamento inicial do grupo era que este comportamento era gerado por uma clássica resposta Pavloviana – condicionamento clássico que descreve a gênese e a modificação de alguns comportamentos com base nos efeitos do binômio estímulo-resposta sobre o sistema nervoso central dos seres vivos, vinculado à “psicologia da aprendizagem” ou ao “comportamentalismo” (Behaviorismo) de John B. Watson, Ivan Pavlov e Burrhus Frederic Skinner. A Neurociência comportamental sugere que quando um objeto interessante é colocado na frente do indivíduo, seu cérebro ativa programas motores que o levam a fazer contato com o item e consumi-lo, explica Rangel. Baseado nisso, o grupo propôs que, caso não haja maneira de tocar o item, então a resposta motora Pavloviana estaria ausente, e a vontade de consumí-lo teria uma perda significativa, conta o site Futurity.

Para confirmar tal hipótese, a equipe de pesquisadores colocou uma barreira de acrílico entre a pessoa e o item a ser avaliado. E então, conforme previsto, como a possibilidade de contato físico terminara, o valor dado pelos indivíduos caiu para o mesmo das representações em textos e fotos.

Rangel explica que, mesmo que a pessoa não toque o item, o fato de ele estar lá fisicamente já é suficiente, mas é mais fácil incitar a resposta Pavloviana quando existe a possibilidade de contato com o estímulo.

A pesquisa pode determinar então que livros e CDs, por exemplo, sempre terão apelo entre os consumidores, que estarão dispostos a pagar mais pelos objetos do que por suas versões digitais, e que talvez as livrarias e lojas físicas tenham mais poder do que os especialistas em e-commerce pensavam.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Motorola Brasil confirma atualização do Milestone com Android 2.2

A Motorola Brasil confirmou nesta quinta-feira (9) que o smartphone Milestone será atualizado para a versão 2.2 do Android, sistema operacional Google, no primeiro trimestre do próximo ano.

A demanda dos usuários foi o que pesou na decisão da companhia em rever sua política de atualização. A programação inicial da empresa em todo o mundo excluía o Brasil – os usuários locais ficariam com o Milestone na versão 2.1, enquanto Estados Unidos e Europa teriam acesso à versão 2.2, o Froyo.

Em comunicado oficial, a Motorola Brasil informou: "Atendendo ao pedido de seus consumidores, a Motorola confirma que irá oferecer a atualização para a versão Froyo (Android 2.2) aos usuários do smartphone Milestone. O upgrade estará disponível para a América Latina no primeiro trimestre de 2011. Este é o segundo upgrade anunciado pela empresa para este aparelho", afirma a declaração oficial da Motorola.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Android deve ser 2º sistema móvel mais usado em 2010

O sistema operacional móvel Android, do Google, deve fechar o ano como o segundo mais usado, superando softwares de concorrentes como Microsoft, Research in Motion e Apple, segundo relatório de pesquisa divulgado nesta sexta-feira.

Até 2014, o Android representará quase 30 % do total de vendas de sistemas operacionais para celular, segundo o centro de estudos Gartner, o que o coloca em concorrência direta com o Symbian, da Nokia, líder do mercado há anos.

O Symbian contará com uma participação de 30,2 % do mercado global em 2014, de acordo com a Gartner, contra a fatia de 29,6 % estimada para o Android.

A Gartner afirmou que espera que as vendas de diversos aparelhos mais baratos com Android no segundo semestre de 2010 impulsione o crescimento do software, levando-o à vice-liderança do mercado dois anos antes do esperado inicialmente.

O mercado de software para celulares de tornou um dos mais concorridos do setor de tecnologia, uma vez que, cada vez mais, consumidores usam seus aparelhos móveis para acessar a Internet, ouvir música e jogar videogames.

A Apple deu o primeiro impulso ao mercado de smartphones em 2007, com o lançamento do iPhone.

Para o Google, maior site de buscas do mundo, a transição para aparelhos móveis é uma estratégia-chave para manter e expandir seus negócios de publicidade online, que hoje gera US$ 24 bilhões.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Apple, Microsoft e Google invadem 'área alheia' em disputa por mercado

Em 1976, quando foi fundada por Steve Jobs e Steve Wozniak, a Apple fabricava apenas um produto: computadores. A Microsoft, criada por Bill Gates no ano anterior, desenvolvia programas, e só. Duas décadas depois, em 1998, surgia o Google, um sistema de buscas na internet desenvolvido por Sergey Brin e Larry Page.

Em 2010, as três empresas já não se contentam em disputar apenas o mercado em suas áreas originais de atuação. Elas diversificaram suas operações, muitas vezes invadindo até o terreno que era considerado "domínio impenetrável" da rival.

A Microsoft tem um buscador, o Bing, que tenta desbancar o Google. A Apple investe em versões do iWork, concorrentes do Microsoft Office. E o Google anunciou recentemente que vai ter um produto para enfrentar o iTunes, da Apple, soberano no mercado de música digital.

Na quarta-feira, a Apple ultrapassou a Microsoft em valor de mercado para se tornar líder entre as empresas de tecnologia. A companhia de Jobs vale cerca de US$ 230 bilhões, contra US$ 228 bilhões da Microsoft. Na lista das maiores comanhias do mundo, ambas são menores apenas que a Exxon Mobil, segundo dados do índice Standard and Poor's (S&P). O Google é a 17ª da lista, com US$ 155 bilhões, desempenho nada mau para quem tem apenas 12 anos de vida.

Para efeito de comparação, há duas companhias brasileiras na lista das 50 maiores da S&P: a Vale, 20ª, com US$ 147,3 bilhões, e a Petrobras, em 25º, com US$ 135,5 bilhões.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Microsoft aposta em novo Internet Explorer 9


A Microsoft pode retomar a liderança sobre seus concorrentes Google e Mozilla com o novo navegador que planeja lançar no ano que vem, afirmou o chefe da unidade do Internet Explorer da companhia.

Ryan Gavin disse em entrevista à Reuters que o Internet Explorer 9 está gerando interesse entre programadores externos, que são importantes para seu sucesso, graças a novos recursos e a uma atitude mais aberta a aplicativos desenvolvidos por terceiros.

A Microsoft, que na quarta-feira (26) perdeu sua liderança como maior empresa de tecnologia do mundo em valor de mercado para a Apple, tem visto sua fatia no mercado de navegadores de internet cair de 95% dos anos 2000 para 60%.

Reguladores europeus e americanos vêm ajudando o crescimento de programas rivais, como o Google Chrome, ao forçar a separação do navegador da Microsoft de seu sistema operacional Windows, o mais usado no mundo.
O Google também está desenvolvendo seu próprio sistema operacional, com base no Chrome, que, segundo a empresa, será gratuito, menos pesado que o Windows e mais acessível em relação à web.

A Microsoft está apostando que o Internet Explorer 9 oferecerá uma experiência visual muito superior à dos atuais navegadores no mercado com o poderoso processador de gráficos do computador, por meio do Windows, para acelerar o processamento do software.

Com o HTML5, um novo padrão que vem ganhando popularidade, a Microsoft também espera melhorar efeitos visuais usando uma só linguagem de marcação que pode ser usada em todos os navegadores, o que simplifica o trabalho de programadores e melhora a experiência do internauta.

A linguagem HTML5 permite o uso de aplicativos visuais como vídeos, que hoje em dia dependem do programa Adobe Flash ou o menos comum Microsoft Silverlight para serem visualizados.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Facebook cresce quase quatro vezes, mas está longe do Orkut no Brasil

Apesar de contar com menos usuários do que o Orkut no Brasil, país em que 38 milhões de pessoas acessam a web de casa ou do trabalho por mês, o Facebook vem crescendo devagar, mas sem parar.

Dados da empresa Ibope Nielsen Online indicam que, de maio de 2009 a abril deste ano, o percentual de usuários brasileiros do Facebook cresceu quase quatro vezes, de 7,9% para 26%. Nesse período, o Orkut se manteve estável, em torno dos 70% de usuários.

Enquanto isso, lá fora o Facebook está em primeiro lugar na lista dos mil sites mais acessados no mundo, divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Google.

A rede social teve 540 mil visitas únicas, o que representa um alcance global de 35,2%, e 570 bilhões de acessos em abril. José Calazans, analista do Ibope Nielsen Online, aponta diferenças entre os hábitos dos brasileiros e dos outros internautas.

- No Brasil, o Facebook tem apresentado um crescimento diferente da Europa e dos Estados Unidos, onde é a rede social mais acessada. Mas tem mantido um crescimento mensal constante entre 10% e 15%.

Especialistas consultados pelo R7 citaram diversas razões para o Facebook ainda não ter explodido no país. Segundo Edney Souza, diretor de operações da Pólvora, agência digital focada em estratégias em mídias sociais, além da barreira da língua, no começo o Facebook só atraiu usuários que tinham amigos no exterior, eram fãs de tecnologia (como gente de tecnologia da informação e comunicação) ou queriam participar de jogos sociais, como o Mafia Wars.

- Um dos motivos que fez muita gente preferir o Orkut foi que a Mentez, criadora do Colheita Feliz, lançou o jogo na rede social do Google, e hoje já tem mais de 21 milhões de usuários. Se a empresa tivesse lançado o jogo em português, hoje o Facebook teria muito mais do que seus 3,6 milhões de usuários.

Orkut é líder, mas não para sempre

Para Jairson Vitorino, diretor de tecnologia da E.life, que monitora redes sociais para empresas, apesar de o Facebook ser uma plataforma superior ao Orkut, tomar a liderança no país em redes sociais é uma tarefa difícil, mas não impossível. Vitorino cita como exemplos o Gmail, que está cada vez mais perto do Hotmail, e o próprio Google, que ultrapassou buscadores que já foram líderes, como o Altavista e o Yahoo!.

- Acredito que nos próximos 12 meses o Facebook deverá se aproximar do Orkut. Há um ano, eu recebia um convite por mês para participar da rede. Hoje, quase todo dia recebo um.

A E.life usa aplicativos na área de atendimento ao consumidor tanto para o Orkut quanto para o Facebook. Mas, enquanto a plataforma criada por Mark Zuckerberg atrai cada vez mais desenvolvedores e ganha valor, a do Google não pegou. Vitorino explica que, se o Google continuar empurrando o Orkut com a barriga, “não conseguirá manter a liderança”.

- Se o iPhone não evoluir, a Nokia volta. Por isso, o Orkut precisa correr para manter seu lugar.

Para a analista de mídias sociais da agência de marketing e publicidade online Media Contacts, Kelli Lima, o Facebook oferece mais possibilidades de interação do que o Orkut.

Kelli conta que o usuário do Facebook é mais participativo do que o da rede social do Google, que é mais observador.

Ela explica que, além de permitir mais recursos interativos para o usuário - como, por exemplo, os botões de "curti" e não curti, as atualizações e o campo para notas - o Facebook é uma plataforma mais madura, que oferece mais informações sobre a audiência de uma campanha online.

- Em relação às métricas, ele é muito melhor: informa quantos cliques, quantas pessoas visualizaram. Com o Orkut não tem como.

Kelli diz que as redes sociais “não são uma moda" e "vieram para ficar”. Ela explica que esses sites mudaram a forma de fazer publicidade, permitindo às pessoas dizerem se gostaram desse ou daquele produto. O que tornou o relacionamento entre as empresas e seus consumidores cada vez mais próximo.

Para o especialista da E.life, embora redes como o Foursquare, que une jogos com a geolocalização estejam fazendo sucesso em países como Espanha e Portugal, ele diz que como “o brasileiro é paranoico por causa da extrema violência” talvez essa febre não pegue por aqui.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Windows 7 fazem lucro da Microsoft crescer 35%


A Microsoft informou um salto de 35% em seu lucro trimestral nesta quinta-feira, devido às boas vendas do Windows 7. A fabricante de softwares também reduziu levemente sua previsão de gastos para o ano de 2010.

A empresa registrou um lucro líquido de US$ 4,01 bilhões ou US$ 0,45 dólar, em seu terceiro trimestre do exercício social de 2010, ante os US$ 2,98 bilhões, ou US$ 0,33 por ação, registrados um ano antes.

Já sua receita líquida aumentou 6 por cento, para 14,5 bilhões de dólares. As ações da Microsoft chegaram a cair 2% no pregão after-market após a divulgação dos resultados.


quarta-feira, 19 de maio de 2010

Microsoft e Google veem potencial da web em árabe


Ampliar a integração das capacidades do idioma árabe à internet e outras arquiteturas tecnológicas permitirá a milhões de pessoas acesso ao mundo digital, disseram executivos da Microsoft e do Google.

À medida em que aparelhos e aplicativos ganharem presença em países menos desenvolvidos, o conteúdo crescerá e a economia eletrônica ainda embrionária nesses lugares deve florescer, afirmaram.

"Steve Ballmer - ceo da Microsoft - e eu conversamos alguns anos atrás e acreditamos que o árabe será um idioma cada vez mais importante", disse Craig Mundie, vice-presidente de pesquisa e estratégia da Microsoft. "No entanto, devido à maneira pela qual a internet estava evoluindo, não era um idioma que estivesse sendo muito usado".

Mas embora o mundo da Internet árabe tenha crescido mais rápido que o de outras regiões, desde 2000, e os custos de acesso tenham caído, o conteúdo oferecido continua sendo pouco considerável, e o investimento publicitário ainda é minúsculo.

O conteúdo em árabe responde por menos de 1% do total mundial, ainda que 5% da população do planeta fale o idioma. O portal em árabe da enciclopédia online Wikipedia oferece menos verbetes do que sua versão em catalão, segundo Wael Ghonim, gerente regional de marketing do Google.

"Existe muito conteúdo árabe, mas não é bem estruturado," afirmou. "Queremos conteúdo mais estruturado. Queremos mais sites profissionais, empresariais e atendendo a nichos".

"Uma de nossas maiores missões é permitir que os usuários de idioma árabe encontrem as ferramentas corretas para enriquecer o conteúdo em árabe", disse Ghonim. "Seria excelente ver mais comércio eletrônico na região, mais editoras, mais sites de notícias. Temos o compromisso de ajudá-los".

Perguntado sobre como o Google auxiliaria esse crescimento regional, Ghonim respondeu que "temos um plano muito ambicioso nos próximos meses, e estamos trabalhando em muitas iniciativas", mas sem acrescentar detalhes.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Google é a marca mais valiosa do mundo, segundo pesquisa


Pelo quarto ano seguido o Google emplacou o primeiro lugar no ranking das marcas mais bem avaliadas pela consultoria de pesquisa Millward Brown Optimor.

A pesquisa, que lista as 100 melhores marcas, investiga a opinião do consumidor e analisa dados do mercado para designar um determinado valor para a marca, e então o transforma em dólares para listas as mais bem cotadas, explica o site CNET.

Empresas envolvidas com tecnologia estão nos quatro primeiros lugares, com a Google em primeiro, a IBM logo na sequência, e Apple e Microsoft na terceira e quarta posição, respectivamente, conforme informações do site IT PRO.

O relatório também ressalta que sustentabilidade, responsabilidade social, e confiança estavam entre os principais fatores que influenciavam a lealdade dos consumidores às marcas, com destaque também para a possibilidade de personalização de produtos.

Outras grandes marcas de tecnologia como a HP, BlackBerry , Amazon e Oracle aparecem entre as 20 primeiras posições.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

IBM compra empresa de computação em nuvem Cast Iron


A IBM anunciou nesta segunda-feira a compra da companhia de software Cast Iron Systems, para reforçar a experiência da empresa em computação em nuvem, uma tecnologia cada vez mais popular que ajuda empresas a reduzirem custos ao permitir acesso online a programas.

Os termos do acordo não foram revelados. A operação, segundo a IBM, ajudará clientes a integrarem várias aplicativos em nuvem de provedores como a Salesforce.com, Amazon.com, NetSuite e SAP.

A IBM espera que o mercado de computação em nuvem cresça para 126 bilhões de dólares até 2012 contra US$ 47 bilhões em 2008. A gigante da tecnologia informou que gastou US$ 1 bilhão em aquisições no primeiro trimestre.

Em todo o ano de 2009, a companhia gastou 1,5 bilhão, incluindo acordo em dinheiro de US$1,2 bilhão pela empresa de análise de dados SPSS. A Cast Iron, que tem cerca de 75 funcionários que serão todos incorporados pela IBM, informou que a transação ajudará a empresa a ter um alcance maior entre clientes. Os atuais usuários de produtos da empresa incluem empresas como a Time Warner.


sexta-feira, 14 de maio de 2010

A Apple vai valer mais do que a Microsoft? É a tendência


Nos próximos meses o mercado de tecnologia poderá testemunhar algo impensável dez anos atrás.
A Apple poderá aumentar em US$ 50 bilhões seu valor de mercado e ultrapassar a Microsoft após o lançamento do iPad, seu tablet em fase de pré-venda e que chega ao mercado em abril. Atualmente a Apple vale US$ 208,76 bilhões contra US$ 261,01 bilhões. Com o lançamento do iPad, poderá superar a rival.

Pelo valor de fechamento nesta sexta-feira, uma ação da Apple vale US$ 230 e uma da Microsoft, US$ 30, na Bolsa de Nova York.

Pelo valor puro da ação, a Apple deveria ser a companhia mais valiosa, mas o preço também reflete a diferença de oferta. Apesar de custarem mais barato, há muito mais ações da Microsoft sendo negociadas. Assim, o valor atualizado de Mercado da Apple é menor.

Dez anos atrás a diferença no valor entre as empresas era gritante. Depois dos problemas financeiros da década de 90, a Apple - já em recuperação desde o lançamento dos iMacs, os computadores coloridos que revitalizaram a marca - valia US$ 16 bilhões e estava apenas no número 339 entre as principais empresas do mundo no ano 2000. A Microsoft valia incríveis US$ 590 bilhões e era a número 1.

Mas desde então as coisas mudaram. A Apple lançou vários produtos de sucesso - iPod, iPhone, iTunes, App Store - enquanto a Microsoft perdeu para a empresa de Steve Jobs e para o Google o status de empresa que mais fazia inovações. Ainda que o Windows seja o sistema operacional mais usado, o Internet Explorer um dos principais navegadores e o Messenger, o principal comunicador instantâneo do mundo, a Microsoft perdeu valor.

Um dos fatores a influenciar o preço das ações é a expectativa de lucros futuros. Neste ponto a Apple costuma se mostrar mais promissora do que a empresa de Bill Gates graças a um fator: exceto no mercado de smartphones, em que o iPhone compete com o Nexus One, a Apple não é concorrente do Google. Já a Microsoft não consegue superar o rival nas buscas - o Bing dispõe apenas de 12,5% do mercado americano contra 65% do Google. Também não conta com uma rede social enquanto o Google lançou o Buzz para ser concorrente do Twitter e do Facebook. Também é a única dos três gigantes da tecnologia a não ter um smartphone próprio.

A diferença nas cotações entre uma e outra ação mostra uma tendência para a Apple realmente ultrapassar a Microsoft. Enquanto as da Apple se valorizaram 500% desde 2000, as da Microsoft caíram 50%. Exceto pelo colapso nas Bolsas de Valores, em 2008, conseguiu crescer mais até do que o Google, outra estrela do mercado financeiro. Resultado: entrou na lista das cinco principais empresas dos Estados Unidos.

O iPad, nota o Techcrunch, poderá ser o catalizador da ultrapassagem. Caso o tablet mostre-se um sucesso de vendas como no primeiro dia de pré-venda - foram 150 mil aparelhos -, é praticamente inevitável que ocorra. Com isso, o banco Credit Suisse estima que o preço das ações da Apple chegue a US$ 300

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Presidente do Google diz que empresa tende a criar inimigos


Eric Schmidt, presidente-executivo do Google, afirmou que os negócios da empresa causam "perturbações" e criam inimigos para o maior serviço mundial de buscas, e que governos vigiam de perto as atividades do grupo.

"Cada governo tem alguma espécie de organização que se ocupa tentando compreender quais são nossas intenções. Porque informação é poder," disse Schmidt em um evento na sede da empresa na terça-feira, em resposta a uma questão sobre os pontos fracos e desafios que o Google tem de enfrentar.

"Nós causamos perturbação, e por conta dessa perturbação tendemos a criar inimigos, espero que não intencionalmente de nossa parte," disse o executivo. O Google vem passando por choques cada vez mais frequentes com as autoridades regulatórias e outras empresas de tecnologia.

No mês passado, a companhia transferiu seu site de buscas em chinês para Hong Kong, em reação à censura na China e a um ataque de hackers que a empresa alega ter sido originado no país.

O Google também está sendo investigado pela Federal Trade Commission dos Estados Unidos, que está avaliando o impacto competitivo do plano da empresa para adquirir a AdMob, uma companhia de publicidade para celulares, por US$ 750 milhões.

Já a Apple, no passado aliada do Google, recentemente anunciou planos de concorrer com ele no mercado de publicidade para celulares.

Os comentários de Schmidt foram feitos ao final de um evento na sede da empresa em Mountain View, Califórnia, no qual foram recebidos cerca de 400 executivos de tecnologia. O Google estava promovendo a adoção de software acessível via internet em suas organizações.

Ele informou que o Google tem 2 milhões de clientes empresariais para o seu pacote de software Google Apps, e que estava ampliando esse quadro em 3 mil novos clientes ao dia.

No evento, a empresa também mostrou a nova versão de seu pacote Docs de aplicativos para escritório, com melhoras como a capacidade de ver em tempo real mudanças que outras pessoas tenham realizado em um documento.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Google adquire BumpTop


A Google adquiriu a BumpTop, uma empresa que produzia um ambiente desktop 3D de mesmo nome para uso em telas multitoque. Em um curto comunicado postado no site oficial do produto os desenvolvedores agradecem o apoio dos usuários nos últimos três anos, e anunciam que as versões para Windows e Mac OS X de seu software não estarão mais disponíveis.

Não há informações sobre o futuro do software, mas a aquisição parece casar com rumores recentes de que o Google estaria planejando um tablet ao estilo iPad, rodando o Android ou Chrome OS. Em um produto desta categoria, um ambiente desktop como o BumpTop seria ideal, tanto do ponto de vista da usabilidade como do fator “eye candy” para impressionar os usuários

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Sony atracTable vai bater de frente com o Microsoft Surface este ano


A atracTable, desenvolvida pela Atracsys e agora pertencente à Sony, estará comercialmente disponível em junho, oferecendo concorrência para o Microsoft Surface. O modelo terá 35 polegadas, tela Full HD e um característico cheirinho de futuro.

A interface da atracTable é capaz de registrar os movimentos do corpo do usuário, o que significa que ela será controlável por gestos. Além disso, a Sony afirma que ela também conseguirá determinar com alguma precisão a sua idade, sexo e até estado emocional.

A detecção de movimentos é cortesia das duas câmeras Sony ISS XCD-V60 embutidas. E assim como no Surface, você também será capaz de interagir com objetos ao colocá-los sobre a mesa. O preço ainda não foi anunciado, mas eu mal posso esperar para ver isso começar a brotar nas lojas daqui a alguns meses.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Após lucro 4 vezes maior, Canon eleva previsões para 2010


A japonesa Canon elevou sua perspectiva de resultados para este ano, se aproximando das previsões do mercado, após a robusta demanda por câmeras digitais e impressoras levar seu lucro no primeiro trimestre a crescer mais de quatro vezes.

Entre janeiro e março, a companhia teve um lucro operacional de 86,84 bilhões de ienes, ante ganho de 20,03 bilhões de ienes (US$ 212 milhões) um ano antes. As vendas no trimestre subiram 10%, a 755,5 bilhões de ienes.

O resultado garantiu à Canon o segundo trimestre consecutivo de aumento no lucro na comparação anual, depois de oito trimestres de queda, e ressaltou a recuperação da demanda por equipamentos de escritório, que também está impulsionando suas rivais Xerox e Ricoh.

"A demanda por câmeras digitais segue forte e a demanda por equipamentos de memória também está retornando, então, o cenário está melhorando de forma cíclica", afirmou Kazuyuki Terao, diretor de investimentos da RCM Japan.

"A tendência de um iene mais fraco também é positiva, então o ambiente para negócios é favorável. Existem poucos fatores negativos no momento."

A Canon afirmou esperar um lucro operacional de 360 bilhões de ienes (US% 3,8 bilhões) para este ano, acima da previsão anterior de 330 bilhões de ienes, mas ainda abaixo da estimativa média de 20 analistas consultados pela Reuters, de 371,2 bilhões de ienes.

No ano passado, a empresa teve lucro de 217 bilhões (US$ 2,3 bilhões).

Analistas esperam que a Canon apresente crescimento de dois dígitos no lucro por mais dois anos, antes que esta expansão diminua o ritmo em 2013.

Windows 7 passa o Vista em porcentagem de mercado


A Janco liberou recentemente os dados da sua pesquisa sobre navegadores e sistemas operacionais no mercado, que revela que o Windows 7 tem tido um crescimento assombroso.

Menos de 7 meses depois do lançamento, o mais recente sistema operacional da Microsoft alcançou cerca de 15% do mercado, ultrapassando o seu antecessor. “O último sistema operacional que foi tão bem aceito pelo mercado como o Windows 7 foi o Windows XP”, ressalta o CEO da Janco, Victor Janulaitis, de acordo com o site PR Newswire.

As boas notícias em relação ao sistema operacional contrastam com as estatísticas do Internet Explorer que, apesar de ainda ser o navegador mais utilizado, com 67,73% do mercado, perdeu muitos usuários e está no mesmo patamar que estava em 1998, destaca o site Beta News.

Esse resultado, ressalta a Janco, pode se dever ao fato dos usuários do Windows Vista e Windows 7 serem mais propensos a instalarem dois navegadores na mesma máquina, e os utilizarem em momentos diferentes. Especula-se também que a obrigatoriedade de sugerir outros navegadores além do Internet Explorer nas versões europeias do Windows tenha afetado a dominância do IE no mercado.